Com uma trajetória de vida louvável, Jair Martinkovic, foi de catador à empresário. Mas não da noite pro dia.
Aos 18 anos deixou de ser catador, por conseguir um emprego com o qual sustentou a faculdade de ciências contábeis. Fundou a própria empresa de contabilidade, já contando com parceria com a IBM.
Jair passou a aceitar computadores antigos da IBM como pagamento e assim montou seu empreendimento social, a Planac.
Afirma que mais de 90% dos computadores descartados está em perfeito estado ser reciclado e continuar sendo usado.
Em atividades com comunidades no Butantã, São Paulo, Jair consegue inclusão de jovens carentes no mercado de trabalho e inclusão digital para famílias das classes C e D, vendendo computadores reciclados a preços que variam de R$180,00 a R$500,00.
Além de famílias, a empresa atende a outras pequenas empresas e ONGs.
Atualmente Jair persegue a marca superior a 50 mil computadores vendidos ao ano, já fez uma parceria com a Fundação Bradesco e espera autorização para montar um galpão em São Paulo, onde teria um dos maiores centros de triagem de e-waste do mundo.
Fonte: Caderno Razão Social, O Globo 20/07
Mais informações: www.planac.com.br
É UMA FORMA SUSTENTÁVEL EM REUTILIZAR ALGO QUE NÃO TERIA USO PARA UNS, EM BENEFÍCIO DE OUTROS.
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