Escrito em 27.7.2010 por Larissa Castanheira
A produção prevista é de 90 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano.
Atualmente a Vale espera autorização para começar as obras de instalação da maior expansão da história.
Veja o quadro abaixo e tenha uma noção da quantidade de máquinas e automotivos necessários para tirar o projeto do papel.
Paralelamente, reflita sobre a sua necessidade de consumir mais e mais alumínio e sobre as fontes para gerar este produto.
É importante lembrar que, para esta expansão nos Carajás, ainda não existem previsões oficiais sobre compensação de carbono e impactos ambientais. Clique na imagem e veja a animação:
Será que realmente vale à pena essa expansão?
Outro mega empreendimento da Vale é junto ao grupo Thyssenkrupp, que vai instalar na baía de Sepetiba (RJ) a Companhia Siderúrgica do Atlântico com previsão de produção de 5 milhões de toneladas de placas de aço ao ano.
No lugar de placas "novinhas" não seria mais interessante incentivar a reciclagem? Afinal "cada tonelada de aço reciclado representa uma economia de 1.140 quilos de minério de ferro, 154 quilos de carvão e 18 quilos de cal".
"Somente na cidade de São Paulo são jogadas diariamente no lixo 360 toneladas de latas de aço usadas." Elas poderiam ser a matéria prima para gerar alumínio e não a exploração de novas jazidas.
Eis alguns pontos para uma interessante reflexão sobre os fatos.
Fontes: Economia IG, Reviverde
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